APRESENTAÇÃO


O HIP FUNK FESTIVAL é um projeto cultural de economia criativa com um cronograma anual dividido em três etapas onde são exploradas as vertentes culturais do Hip Hop e do Funk, com ações que promovem a circulação e a conexão das periferias da zona oeste do Rio de Janeiro.

O projeto foi criado em 2015 por dois jovens amantes da cultura urbana, Fernando Espanhol e Jéssica Albuquerque, idealizadores e coordenadores do projeto, participaram da Agência de redes para juventude, programa social de capacitação territorial idealizado por Marcus Faustini, onde adquiriram habilidades e técnicas para desenvolver projetos sociais que impactam na vida de jovens de origem popular e mudam a realidade de seus territórios.

O Hip Funk foi pensado para jovens de origem popular que vivem nas periferias da cidade do Rio de Janeiro, em sua maior parte a zona oeste, com idade entre 10 e 29 anos em situação vulnerável, diante de conflitos sociais, com o tempo ocioso em sua maior parte, e também jovens que buscam capacitação técnica ou uma simples vivência cultural.

O projeto ajuda a ineficiência do estado no local, contribuindo com ações culturais; oficinas de capacitação e desenvolvimento cultural promovendo a circulação de jovens com o transporte público e o crescimento do comércio local. Temos como parâmetro essa realidade, vendo a Lapa ter em 1 km mais pontos de cultura do que da própria Lapa à Santa Cruz.




OBJETIVOS:

Fomentar a economia criativa na Z.O, pensando em estratégias de conexão e redes e faça parte da renda do projeto circular pelo território. 


Apresentar novas oportunidades profissionais para periferia.


Agregar uma cultura para os jovens da Z.O além dos segmentos que o sistema oferece.


Ressaltar a importância da unidade regional, dos valores culturais e socioculturais da região para moradores, frequentadores e visitantes.


Valorizar o território de realização para colocar a favela do Fumacê, seus artistas e fazedores de cultura no mapa cultural da cidade do RJ.


Desenvolvimento de comunicação periférica e circulação cultural